terça-feira, 21 de julho de 2009

Amor matemático, what else?


Iam pela rua a admirar as formas geométricas na calçada, iam apaixonados e eram matemáticos.
Haviam esperado tanto tempo para estarem juntos,e finalmente descobriram a incógnita do amor. A probabilidade de se encontrarem, exagerava ele, era menor que a probabilidade de ganhar a lotaria. Um sobre combinações de 10 milhoes dois a dois!
Quando ela tendia para ele nos seus braços sentiam não ter limite finito.
Dançavam e rodopiavam mais rapidamente que o seno hiperbólico. Descobriam-se em função do outro.
Cada vez maior era o sentimento, sentimento este que crescia exponencialmente.
Mas algo não batia bem, pois se eles sabiam que dois pontos não formam um plano, como poderiam eles sentir que formavam o universo no seu todo?
Tanto contentamento derivava apenas de estarem juntos, eram só um,um só.
Estavam apaixonados.

5 comentários:

  1. Adorei a maneira como conjugas a matemática com o amor. Muito bom!

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  2. De facto, conjugaste bastante bem o amor entre eles os dois com a matematica.

    E lá está.. no final a matematica e o amor nao batem certo. A matematica é exacta, ao contrario do amor.. parece nunca fazer sentido por nos sentirmos tao bem :)

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  3. Apenas alguém tão espetacular nos dois lados os poderia conjugar dessa forma. Com tantas ferramentas e conceitos na matemática, só um se aproxima do quanto te amo: infinito. =)*.@

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